domingo, 29 de junho de 2008

O que seria perfeito...

Aborto, 50X 70 cm, acrilica sobre tela
Edson Macalini

O que seria perfeito, nasce morto e deformado.
loucuras das buscas dos seres humanos por beleza comprada e adiquirida através de dedicação á todo custo pelo encontro ao corpo perfeito.
É estranho de pensar como tem pessoas que se mutilam, e a todo custo esperam por um dia ser desejado como objeto de prazer, dentro de um contexto simbolo sexual.
Mas á verdade e a realidade é dura com tudo isso.
Pois, o que seria perfeito é apenas uma ilusão meramente aparente e forçada da estética bela e simétrica que nao muda; apenas desvia do caminho que estava á tempo atrás.
É como moldar em cima de uma textura acidentada e aspera deixando-a lisa e " pefeita" mas copntinua por baixo do mesmo jeito, tapamos " o sol com a peneira".
Fechamos os olhos para nao vermos, mas o sentimento, sente.
Então aquilo que nasceria perfeito nao tem resistencia e é abortado pela pressão mental enviada.
Nasce morto e deformado.
Paralelas dedicada á pintura-tela, num dia de questionamento e revolta do corpo-mente-humano.

sábado, 28 de junho de 2008

Geléia


Doces sabores da vida, nas pequenitudes minimas de viver;

Tô fazendo uma geléia, uma compota, um doce, uma xímia,

Encontro as melhores fruta, ingredientes, e o jeitinho certo de fazer lá na quitanda;

E a receita???...:

frutas, qualquer... que você queira, ao seu gosto, paladar,desejo;

açucar, cristal ou mascavo;

cravo,canela, nós-moscada;

água;

fogo, fogão;

panela....paciência, prepraro, palavras de gratidão;

A geléia é assim, deliciosa, simples, porém ,caro nas prateleiras de mercado, e as melhores?

Aquela feita no sitio,nas casas das vovós ,das mamães, das pessoas de boa vontade. Na quantidade certa da fruta, na quantidade certa da fome,cheiro e aroma, na maravilha da natureza e da vida após á queda da flor na árvore- fruta.

Tô fazendo uma geléia. Tô pegando fruta no pomar. Tô distribuindo frutas na quitanda.

quem quer???...

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Bom dia, todas as cores!


A borboleta e a largarta. ela nao sabia nada disso.
Mudança, metamorfose, feiúra e beleza.
O galhinho de hortelã; água na panela.
Miau.
Dá o rabo na cara dela.
Lati o cão no pátio. coisas bobas de cão safado chamando á atenção.
Brincadeira de criança.
Brincadeira choradeira, pra quem vive uma vida inteira,
mentirinha falsidade pra quem vive só pela metade.
O monstro tinha medo da princesa.
Ele era verde,peludo, com manchas estranhas,
Mas adorava histórias infantis, devorava livros.
Ai que medo da princesa, só adorava histórias
de monstrinhos.
- Ai mamãe que medo tira essa princesa, ela deve ter um dente mamãe!!!
Tira.
O meu amigo camaleao, acordou cedo, lavou seu rosto numa folha com orvalho
e saiu desfilar com a cor que ele achava mais linda.
Cor-de-rosa.
Adoro cores com nomes de frutas, legumes, flores e outros.
Laranja, verde-limão, cor-de-rosa, abóbora, tem mais?
Digam-me.
Gafanhoto gosta de verde.
Sabiá laranjeira gosta de laranja.
Pernilongo gosta de azul.
Sapo-cururu gosta de cores jovens e vivas, nada de cor desbotada e antiga.
O camaleão ama o rosa, que acha a cor mais bonita de todas.
Eu gosto de amarelo,martelo,marcelo,marmelo.
Coisa da escola. Livro do aluno.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

É assim...


A escada, eu, meus pés, mãos, abraços...
Nada mais...
A subida, e nada encontrado- costas.
Apenas : costas.
É isso o que eu econtro.
Paredes de carnes, hostilidades, desprezo, solidão, ossos frágeis de meus dedos
Boca trêmula de medo - não.
É assim... passos, subidas, caminhadas, nada.
O nada é minha relação com o tempo.
Ele me promete tudo, mas nada traz.
Só leva minha vontade de ver.
Ver ainda, não sei o que é.
Diz uma certa oração ao tempo:
Tempo, tempo, tempo, tempo.
E para por ai, ele não se resume á nada.
Apenas tempo.
Êta relógio da vida.
Silencio. para olha.
Não verá nada.
Mas, olhe.
Olhe.
Escada.
Eu.
Tempo.
Tuas costas.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Cultura Mexicana

Frida Kahlo
Manuel Alvarez Bravo

É bem curioso pensar e ver a cultura mexicana.


Temos exemplos bem claros de alguns artistas que estão, de vez em quando, sendo mostrado por ai.


É no âmbito artistico, cultural e econômico que vejo essa cultura.


Em fotografias, pinturas, esculturas e filmes.


Parece em alguns momentos uma cultura arcaica e de tempos remotos...


Quando penso, me lembro: em pimenta, tecidos coloridos, músicas chorosas e melancólicas, comidas quentes e picantes, tequila, pinturas fortes e muito expressivas, dores e pirâmides.


cultura mexicana. oque mais tem?


...

Manuel Alvarez Bravo







domingo, 22 de junho de 2008

Quitanda


Tô montando uma quitanda
Com muitas frutas e sabores
Tô montando uma quintanda
Com muitas promoçoes e cores
Tô montando uma quitanda
Com muitos cheiros e licores
Tô montando um quitanda
Em minha vida
No meu quarto,nas minhas palavras
No meu sonho, no meu desejo
O pomar que abastecerá minha quitanda
Fica dentro de mim
A terra é produtiva, é rica
Tô montando uma quitanda em cada
Esquina dessa cidade
E os preços?...Esses nao nao existirá
Quero matar á fome daqueles que padecem
E sentem o desejo da cor-do cheiro-do sabor
De uma deliciosa fruta
Tô montando uma quintanda no mundo
Para alimentar os sonhos
Tô montando uma quitanda
Aonde voce quiser que eu monte.
Tô montando uma quitanda...

terça-feira, 17 de junho de 2008

" Cachos-Cintilantes-Ondulantes"

BBeth de almeida
amiga verdadeira.
Em toda á esfera de nossa vida, como é assim pensada e falada. A gente nasce, cresce-cresce, e vamos para lugares onde não sabemos, mistério da existencia humana. Mistérios da relaçao humana e das poeiras ventosas que batem nas pálpebras dos olhos e sacodem os cabelos.



Cabelos da cor da maravilha humana feminina e da loucura das risadas estupefantes nas bocas carnudas rosadas-brilhantes.



Essas palavras ícones lembram-me á gostosura e o saboreio da amizade e do desejo de viver em braços quentes e afagos aconchegantes.


Lembro-me da sua presença muito proxima de mim, e ás vezes caio nas gargalhadas deliciosas, das lembranças das corridas, dos momentos dificeis de nossas vidas, água-poieira-terra- calor-chuva-frio. E o buraco no estômago na bebidas amargas de cafés com cremes na superfícies, e também dos lábios queimados pela ventania do cotidiano cascavelense.


A vida trouxe-nos um para o outro, na corrida de viver e sobreviver o sonho tão desejado e sonhado, das locuções e das falas, dos palcos e das entrevistas, dos comerciais televisivos e do aperto do bolso nas vitrinas. Mas tudo na história das relações, nao se resume á aventuras, e das risadas de hoje nas lembranças do passado...


Mas é disso que quero falar:



Insconstãcia é uma palavra boa pra você, pois vive á cada dia a novidade e a loucura efêmera, como uma escultura de papel na chuva, ela molha, e logo vira papel novamente, é como o restauro e o novo... A utopia e a fruta no pé, ela deseja cair ou ser apanhada, e ser devora por uma boca sedenta.


Você vive na cabeça e sonha com o coraçao, brilha como á agua jorradas do âmago da terra, e tem uma intensidade puramente viva e lilás de viver. Você é o feminino,vivendo o feminino, sendo feminina. Amo-te na loucura de viver e quero-te na loucura de amar uma amizade pura e doce de sermos amigos.


"minha amada modi"

"minha amada modi"
desenho sobre papel- giz de cera.
edson macalini

Seu corpo é uma languitude-esguia, e tem um olhar penetrante-apavorante, ela faz parte da decoraçao do meu quarto e me olha quando estou dormindo.

Diante de seus olhos, já pôde perceber todos os caminhos da minha intimidade, e da minha fragilidade humana, estás sempre acompanhada com outros olhos, mas está sempre sozinha no pensamento.

Toma uma verticalidade da parede, que á altura não é suficiente para sequer mostrar o resto de seu corpo. Longo-Comprido-Imenso.

É um estilo-mulher-girafa, vive nas loucuras da vida de ser mulher e corre nos hospicios da vida urbana pelas ruas de pedras cercadas pelos edificios. É sempre adimirada pelos bons olhos. Estes são sempre de pessoas como ela, Pura-Bela-Louca-Feia.

Adora correr no meio das multidões e bater seus ombros nos dos outros transeuntes, e grita nos ouvidos daqueles que nao sai da sua frente, um ruido ensurdecedor e horrorizante, e o susto é uma onda de energia muito temorizante.

Eu á amo com uma vontade gratuita, e gosto de olhar seus olhos tristes e pesados, quando dirigidos á mim toca uma sinfônia Melancólica-Romântica-Ópera. A sua boca é um delirio ao se mostrar os dentes encavalados dentro do buraco negro que carrega na face, e suas indumentárias são simples e casual e sempré há uma gargantilha no seu perscoço, dando um toque impulsionando á feminilidade visual.

Mas é com amor que falo de você aos outros meu simples papel, Minha Amada Modi, lânguida, mostro-te pelas paredes do meu quarto e pelas loucas cores paredantes do nosso cômodo esprimido á guarda-roupa, cama, mesa, e roupas. Te amo no aperto dessa vida apartamentária, e na vida barulhenta de todos os dias.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

'"Avênturas da Busca"

o menino das baquetas
edson macalini ( acrílico e giz-pastel)

A criança pensa e busca significados o tempo todo.


Ela cria, explora, interroga e questiona.


A criança é o ser da busca.


Portanto as suas descobertas sempre são uma aventura.


Penso que no ato criativo-construtivo, deve acontecer dentro desse ser " criança", fenômenos.


Tais fenômenos até abstratos para a nossa cabeça-dura-velha de adulto.


Mas a criança é tudo isso e muito mais, dificil de explicar esse ser"zinho"...




Avêntura no pais das crianças.




Certo dia, um menino que gostava de ver ônibus passarem pelas janelas de sua casa e ser quando crescer motorista dessas máquinas que carrega gente, encontrou na rua quando estava vindo de sua escola duas hastezinhas de madeira. Tais quais tinham á sua ponta uma bola que era de madeira tambem. Achou interessante e resolveu guardar na sua mochila.


Continuou sua caminhada.


A fome arrasava seu estomago, pois, jás era quase hora de almoçar e sua mãe o espera com um delicioso banquete tipico de casa da mãe.


Mais adiante viu um instrumento estranho jogado numa lixeira de uma casa, tinha um formato um tanto curioso e diferente para os seus olhos, resolveu parar e averiguar o que era aquele estranho objeto.


O que encontrou?...


Não sabia.


Resolveu investigar. Virava pra lá e pra cá, nao entendia, virou de ponta cabeça, olhou de baixo, olhou de cima, nada,... oque era aquilo?


Foi derrepente que derrubou ao chão um pedaço. Era um como uma tecla de um piano, maior e mais pesada, essa ao cair emitiu um som lindo, ensurdeceu o seu ouvido, uma luz clara veio aos seus olhos, e derrepente milhares de seres saltitantes vieram á sua frente, saindo da lixeira, pulando das árvores, saindo do boeiro.


Cada um trazia á mão um instrumento musical com um som diferente do outro.


Tava pronta á orquestra só faltava esse menino tocar.


De repente um apareceu-lhe e agarrou-lhe á perna, dizendo ao olhar para cima:


- Que bom que você veio,estavamos esperando-o á muito tempo.


Aos poucos foramtrazendo nesse mesmo lugar alguns objetos,...móveis, cadeiras, mesas, e coisas que esse menino desconhecia.


Um outro corcunda ápareceu á frente num pequeno pedestal que foi-lhe posto, e levantou uma pequena varinha, esta era tão pequena, mas tinha uma iponência muito representativa para esses seres, todos calaram, se sentaram, e dirigiram o olhar para esse senhor"zinho" minúsculo que estava á frente.


O menino nesse empurra-empurra foi levado para trás desses e foi possicionado bem ao fundo, estava certo, ali era o seu lugar.


Novamente á varinha elevou-se da mão do mestre e todos começaram á afinar seus instrumentos.


Uma força estranha e muito magnetizante começou á conduzir á mao do menino que logo soltou seu primeiro som. Estava mais que certo e definido, aquilo dominaria sua vida e conduziria-o á aquilo que chamamos de vida profissional. Quando tudo estava pronto, a varinha deu o sinal, e todos numa sincrônia absurda e exata começaram á tocar seus instrumentos e emitir a nota correta para á obra escrita pelo grande músico barroco do mundo dos seres'zinhos".


A mao do menino foi tomada como já havia dito, por essa força , e a precissão era tanta que nao errava se quer uma nota, era ele o certo e esperado músico-percurssionista-orquestrista que tanto esperavam.


Findou-se á sinfonia, e mais uma vez apareceu á sua frente uma intensa luz, que quase cegava os olhos, e os sons eram ensurdecedores e variavam á mente humana como numa loucura sonora. Foi logo em seguida que sentiu um puxão desesperado e ualguns sussurros de surpressa e alívio, era sua mâe que corria á sua procura por horas no desespero de ter perdido o filho querido, ele dormira durante horas debaixo de uma árvore com as baquetas nas mãos e o instrumento, que mais tarde descobriu que era uma marimba.


Sua vida nao foi mais á mesma, era nas salas de ensaios e nas trocas de ideias que musicos mirins de sua idade se encontravam para contar á alegria da descoberta de novas possibilidades de tocar musica.


Mas só ele sabia, que seu inicio foi algo mágico e de uma avêntura sem comparação econtrou o que busca mas não sabia...
Mas o que é curioso:
Esses seres"zinhos", ainda o esperavam na calada da noite para compor á equipe da famosa orquestra do mundo imaginário dos seres'zinhos".




domingo, 8 de junho de 2008

"O Menino e o Balão-Pirulito"


Gosta das doçuras da vida, e dos ares esféricos do balão-borracha-barbante.
Corre nas ruas poierentas, e grita com os colegas á fugir dos cães das casas vizinhas, quando á bola da brincadeira escolhida; na tarde daquela dia cai no patio do quintal.
A louca delicia de viver, é como a doçura crocante das cores do pirulito comprado com os centavos encontrados nos potinhos que ficam em cima da geladeira da cozinha, quando sobra o trocado na aquisiçao do leite para o café da manhã.
Uma vez esse menino, que tem uma barriguinha saliente e sardas no seu rosto redondo-rechonchudo, falou para mim abrindo sua boca-morango-rosada, com hálito de doces comprados em 'banquinhas de madeiras" que ficam á frente da escola do bairro onde vive, uma frase muito interessante:
- Cantam os pintainhos no galinheiro.
Parei,... Pensei... O que deveria ser aquilo?. Por que essa frase?
Resolvi investigar...
O que descobri?...
Ah!sim, descobri.
Tinha medo dos galos mais velhos do galinheiro e das galinhas cacarejantes empuleiradas sobre á vara no fundo do recinto. Essas, sempre eram gordas, penosas e muito futricantes, sua penas eram brilhosas e vigorosos eram os seus ovos. Já o galo, o rei da parada, era esguio e galanteoso, tinha o poder do sono e a dominância do pedaço, acordava antes de todos"as" e empunha seu peito para frente saltando do seu pulmão ( devo admitir: nao sei como se constitui o organismo dos galináceos, mas acredito que tenha pulmão) um canto como nenhum outro, o canto do bom-dia do campo,ou das cidades do interior, e dos orvalhos da neblina noturna.
Esse menino coitado: Tinha vontade de ver os pintainhos, mas o medo era tanto que temia ser devorado por um bico voraz desses seres de penas sobre duas pernas.
Ele tambem me contou que quando criança, para dormir, sua mâe o amedrontava dizendo:
- ó, ô galo!!!...
Isso se repetia por várias vezes até pegar no sono. Aquele sono gostoso e levemente pesado que só as crianças acredito que devem ter. Gostaria de dormir assim agora, como uma criança na doçura do chupar de um gostoso pirulito.
Todo o desejo de ver esses bichinhos, eram impedidos do medo da frase da querida mãe, que jamais temeria o que poderia acontecer á esse menino no futuro.
Enquanto isso, ao ouvir os pios do lindos penujinhos, ele empinava o seu balão colorido e se deliciava nas gostosuras dulcíssimas de ser criança.

sábado, 7 de junho de 2008

" Confusão de Bolsos"

Tentava se organizar pelas palavras, mas nao conseguia se quer orientar ás suas mãos em movimentos óbvios e simples. Se perdia nos mais corriqueiros gestos, e nas curvas das roupas do seu corpo. Era com muitos compartimentos, bolsos, tinham entradas, saídas, caminhos, passagens, e era escrita e identificada por vários nomes.
Me lembro de uma vez que ouvi ser chamada de uma palavra-expressão um tanto curiosa, feia para uns, bonita para outros, mas eu em particular, até que gosto: Eslaque.
Tentava mais uma vez,... duas,... tres,... quatro,...infinitas possibilidades, tentativas, mas era sempre á mesma coisa, se confundia nos buracos de panos que carregava sobre ás pernas, conversava muito sobre ideologias e pensamentos de lutas sociais, tinha uma verborragia muito bonita, um sotaque nordestino, doce e interessante para moradores do sul do pais do mundo tupiniquim, e se encantava com o sonho do produto criado e idealizado que fora enviado ao interior do sul do pais, video-arte-cotidiano.
Usava sempre o jeans, á calça básica dos dias comuns e do cotidiano do trabalhador, a camiseta era malha e como assessório corporal óptico carregava á fronte de seu rosto, sob o nariz um óculos: lembro de um trecho do livro candido ou o otimismo, voltaire, num momento em que um certo filosofo tentava achar explicaçoes para as " coisas", dizia: " o nariz serve para sustentar os óculos, por isso usamos óculos". Mas a sua vida nao era extamente assim: era objetiva pois o que pensava era em coisas urgentes dessa sociedade-urbs e dos problemas sociais, infantis e tristes dessa vida miserável. Tinha sempre ás suas costas uma bolsa-tiracol vinho, com trechos e palavras de peso social.
Nas conversas e nos bate-papos corridos dos corredores, esse certo menino-personagem que gosta de conversas objetivas do flagelo humano, era tão pontual, e certo do que queria, mas se perdia como dizia, na confussao dos bolsos de sua calça jeans companheira do dia-a-dia.