quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Bola-boiante

Constante vontade de estar só.
A lua, grande, pesada, e sozinha no céu.
É obervada por todos, mas está sozinha.
Constante solidão, e existência solitária.
Bola redonda, boiante, luz clareante na noite, negra, escura.
Lua, de inumeras interpretacoes, amores, sonhos, desejos, e mistérios.
Há quem diga,.... será habitada?.
Seres desconhecidos e fantásticos.
Penso em apenas rocha.
Sozinha sem a vida do caminhar, do canto das vozes roucas.
Noite, falta lua. Dia, falta sol.
Sozinha no pensamento e distante de todos os tempos.
Bola gigante...
Que vontade de abraçar.