segunda-feira, 19 de novembro de 2007

" os pés pela manhâ"

pensava em criar linguagens subjetivas de pessoas passeando,no livre caminho,e nos portões abertos do parque quando a aurora se anunciava. Ai criou linguagens pela passagem do tempo, com a interferencia humana e a claridade do dia e as mudanças climáticas no parque ventre da cidade, esses parques que dizem ser o pulmão, mas o pulmão está muitas vezes relacionados com a fumaça e de intorpecentes e drogas dessa vida metropolitana. O jovem-velho menino pensava e repensava sobre essas coisas e ouvia musica minimalista de steev reich.
pensava na mudança dos climas em países temperados, do tempero dos corpos humanos e imagina como seria a vida no vietnã e no camboja, ao meio de guerra e do sexo das genitálias. As palavras confusas e ideias jogadas nos ventiladores das vida urbana, se relacionava com palpitações de desespero do coração quando um menino de terras catalúnias banhadas em águas salgadas do mediterrâneo escrevia palavras e jogavas ao mar como migalhas aos patos. E o pedido que se fez, esperava realizar, como aquele menino ao se perguntar o que era a lua para seu avô no dia em que foi pescar na noite em que ela boiava redonda diante das órbitas dos olhos. E esse, fez o pedido, desejava uma teta com muito leite, enrijecida e repleta de liquido,enquanto a moça do sonho dançava Edith Piaf dentro de seu trailer e dançava pro seu velho marido.
esperou tantou que quase mofou dentro de embalagens plásticas e se sufocou nas paredes rodeadas da cidade de pedras, e ao beber as águas esverdeadas pelas algas fez-se reviver a vontade de ver o seu desejo,que esperava durante muitas luas cheias tentando segurar o tesão que brotava do meio de suas pernas. esperava,ava,ava...

Um comentário:

Unknown disse...

Eh vc sempre nos surpreende com sua grande e maravilhosa imaginação e intelectualidade, me orgulho muito de ter vc como amigo!!!

te adoruuuuuuuuuuuuuuu
bjusssssssss e saudadesssssssss
Marisa