A ventania poeirenta das ruas da periferia entravam em minhas narinas deixando as mucosas ressecadas, e olhos lacrimenjantes de crianças sujas e ramelentas me deixavam comovidos com os problemas da criminosa sociedade capitalista, sentia vontade de voar em lugares montanhosos e cobertos de verde, pensava na pele morena de suas costas e nas vermelhas buchechas acanhados da vergonha.
'Corri a procura de um livro desses poetas e literários russos, que apresentam essa sociedade no momento da decadencia da aristocracia, acredito que eu seja envolvido, e me vejo comovido com essas histórias de decadências humanas e do capital, e ainda da falta de identidade financeira e do balanço que isso causa e ainda prejudica o homem. viver em sociedade é engolir seco, e sentir a dor do flagelo dos pregos fincados á garganta..., gostaria de nesse momento sentir o cheiro da lótus e de me banhar em águas cristalinas, ou quem sabe: um copo de vinho.
" a juventude acredita e alguns adultos também, que um copo de vinho ao dia, ou seja um calice?....faz bem á saúde. Mas a colega da mesa ao lado, diz que não: É O ALCOOL.
para o coração, musculo forte e resistente do nosso organismo. até vence a dor desesperadora do amor,...dor sem medição de tamanho e com estragos fora do comum.
Enquanto o vento uiva, ou uivava lá fora, nas manhãs da metrópole, o menino dorme enrolado ao papelão na surda cidade,cansado das investidas da luta pela sobrevivência...enquanto o dia esquenta, a fome rompe um gritoc dentro de sua barriga, vai tirar as remelas do rosto e algumas coisa estratejar.
Continuo vivendo, ví-vendo, vendo.
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