Não a luz artificial , a lãmpada nossa de cada dia. Ao limpido céu azulejante.
Vejo o azul no mais puro significado de ser azul.
E com o mais simples objeto simplificado das epigênesis da infância;
pinto a ânsia ganância de estar mais perto das minhas lembranças.
O azul, o lápis de cor e a doce vontade de ser criador.
Pinto no céu a tranquilidade de se deleitar sob um céu fulgurante e quente e belo, um dia daqueles.
E deixar tudo brotar e ser vida, ser presente. Estar na terra.
Ser azul.
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