quinta-feira, 6 de maio de 2010

Têm dias, Há dias, são dias....O azul!

Tem dias que queremos ver o sol, as nuvens, a cor azul do céu...E não precisa de nada para iluminar, a própria natureza se encarrega disso.






Não a luz artificial , a lãmpada nossa de cada dia. Ao limpido céu azulejante.






Vejo o azul no mais puro significado de ser azul.













E com o mais simples objeto simplificado das epigênesis da infância;



pinto a ânsia ganância de estar mais perto das minhas lembranças.



O azul, o lápis de cor e a doce vontade de ser criador.



Pinto no céu a tranquilidade de se deleitar sob um céu fulgurante e quente e belo, um dia daqueles.





E deixar tudo brotar e ser vida, ser presente. Estar na terra.

Ser azul.

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