
(Discussão com o tempo)
Fiz uma mistura de todos esses elementos. E o que constatei?
Que tudo pode ser realidade, e também utopia.
Que tudo pode se transformar, e ser presente.
Que tudo pode ser ilusão, e nos afogarmos na espumas da praia.
Hoje vi o agora.
E ao ler um texto, que foi escrito para mim,
Senti uns tapas fortes na cara. E não exitei.
Terminei de ler até o final, e senti uns beliscões d’baixo da língua, e me calei. Por algum momento vi seu rosto na minha frente. Rosto que não tenho certeza das linhas de expressão. Hoje sei que amo o agora, e entendi que o agora é a hora.
Pensei nas barrigas esfomeadas de crianças que vivem nas ruas, e pensei: - não devemos esperar. Corra, foge, grita, limpa e viva.
O tempo é muito para esperar.
Faça uma mistura de elementos naturais e ame estar próximo ao colo da mãe. Eu já esperei. E me afoguei em poças de águas rasas, por não saber onde estava pisando.
O engano, é um punhal que corta fraco, mas é muito profundo nas marcas. É uma corda ao pescoço, um peso aos pés, e as palavras enrolam-me á língua, e ilude meu frágil coração.
Quero á certeza na pisada certa. E se não tiver certeza, creio que um pouco de astúcia terei para percorrer essa estrada sinuosa, que está difícil de ver o que está atrás das curvas da montanha.
Viverei o perigo de viver, e me envolverei nas fumaças dos canos dos escapes dos carros,e comerei o bolo que você ainda não fez para mim, mas que já comi o bolo do enrolo, do tolo que você é que reflete em mim, que sou o enrosco na confusão do tempo e da duvida dessa existência de carne que perambula por caminhos tortuosos.
Farei a poção da mistura, e serei a conclusão do desespero da insanidade humana de viver.
Fiz uma mistura de todos esses elementos. E o que constatei?
Que tudo pode ser realidade, e também utopia.
Que tudo pode se transformar, e ser presente.
Que tudo pode ser ilusão, e nos afogarmos na espumas da praia.
Hoje vi o agora.
E ao ler um texto, que foi escrito para mim,
Senti uns tapas fortes na cara. E não exitei.
Terminei de ler até o final, e senti uns beliscões d’baixo da língua, e me calei. Por algum momento vi seu rosto na minha frente. Rosto que não tenho certeza das linhas de expressão. Hoje sei que amo o agora, e entendi que o agora é a hora.
Pensei nas barrigas esfomeadas de crianças que vivem nas ruas, e pensei: - não devemos esperar. Corra, foge, grita, limpa e viva.
O tempo é muito para esperar.
Faça uma mistura de elementos naturais e ame estar próximo ao colo da mãe. Eu já esperei. E me afoguei em poças de águas rasas, por não saber onde estava pisando.
O engano, é um punhal que corta fraco, mas é muito profundo nas marcas. É uma corda ao pescoço, um peso aos pés, e as palavras enrolam-me á língua, e ilude meu frágil coração.
Quero á certeza na pisada certa. E se não tiver certeza, creio que um pouco de astúcia terei para percorrer essa estrada sinuosa, que está difícil de ver o que está atrás das curvas da montanha.
Viverei o perigo de viver, e me envolverei nas fumaças dos canos dos escapes dos carros,e comerei o bolo que você ainda não fez para mim, mas que já comi o bolo do enrolo, do tolo que você é que reflete em mim, que sou o enrosco na confusão do tempo e da duvida dessa existência de carne que perambula por caminhos tortuosos.
Farei a poção da mistura, e serei a conclusão do desespero da insanidade humana de viver.
2 comentários:
Oi,eu sei que voce nem me conhece,mas eu queria convidar voce para ir no meu blog,o The Revolted,que eu criei para que as pessoas possam reclamar sobre o que quiserem (dentro dos termos do Google,hehe)e ate mesmo postar um "artigo" sobre um assunto que voce nao se conforma (me manda por e-mail que eu posto),e pode falar como anonimo tambem.Se quiser ou se conhecer alguem que quer...passem la!!!
Obrigada por ler isto,
Carol
Nossa! Realmente nos encontramos um dia na Rua XV e eu te chamei pra assistir uma cena. Uma pena que não pôde entrar. Entre nas próximas. Estou por aí...
Até Agosto.
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