Ando catango migalhas e tropeçando em sujeiras, arrumo meu quarto e penso na vida que levo, instalo uma prateleira em penso no guarda-roupa, quero entrar dentro dele...como um típico almoço de domingo que não me faz bem, e penso no arroz com feijão.
A vida, o quotidiano, o ônibus coletivo, o cobrador, que cobra, e nao nos deixa passar a roleta antes de fazer-mos a nossa contribuiçao. O livro exigido, a leitura instantãnea, a vida metropolitana.
hoje sonhei com uma vida bucólica, de fazer e produzir aquilo que sonho e desejo,mas o que me resta do tempo e do cansaço do trabalho é uma cama pequena, num quarto apertado e com um barulho estrodoso da merda do ar-condicionado, do shopping vizinho. Quero e desejo o barulho apenas da água, o cantos dos pássaros, o sopro do vento, e o balançar das árvores.
Pensando bem sonho uma pele morena, natural,e uma boca rosada.
A presença das palavras certas e companheiras, o filme dos finais de expedientes e semanas, a musica escolhida, o sunday morning, edith piaf,e as fumaças da cabeças entorpecida e alúcinada, o quadro, a pintura, o desenho de klee, a tua presença, que rompe o silencio, e me silencia por dentro. O sonho. O acordar!
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